Na presença de faringite, a garganta torna-se avermelhada, inchada e quente: é o modo através do qual o corpo nos fala, comunicando que a garganta está “sob ataque”.
Os vírus e as bactérias são capazes de invadir a mucosa faríngea danificando-a, causando a formação de microlesões epitelais e desencadeando uma resposta imunológica defensiva de tipo inflamatório que causa dor, sensação de irritação (ardor, prurido) e dificuldade em deglutir.

Independentemente do fator desencadeador, a perceção da dor é causada principalmente pelos mediadores químicos libertados localmente em reação como resposta ao dano celular sofrido.

Os mediadores mais envolvidos no mecanismo molecular que causa a dor são as prostaglandinas e a bradicinina que atuam sensibilizando as terminações sensoriais ao nível da mucosa.

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